Muito impulsivo e com acessos de ira, tenho dito algumas bobagens.
Bem, eu não vou fazer nada contra o funcionário do supermercado, que me abordou, suspeitando que eu havia furtado. Exagerei (e muito) ao falar que faria justiça com as minhas próprias mãos. Não há necessidade de se fazer isso.
Hoje, mandei uma mensagem para uma advogada, perguntando se há como processar o supermercado.
Se fosse para eu matar alguém, mataria os dois vizinhos, que me perturbaram durantes meses, no local em que eu morava anteriormente... Não, não vou fazer isso, a não ser que eu surte de vez, fique totalmente louco(rs).
Devido minha precária condição financeira, totalmente sem perspectiva, a auto estima baixa intensamente.
Há até o complexo, a sensação de fracasso, incapacidade, impotência. E , para piorar mais tais sentimentos, alguém ainda desconfia que sou ladrão...
Hoje, na parte da manhã, perdi o juízo, deixando me levar pela curiosidade, e voltei a navegar no blog da LL, depois de meses sem passar por lá(foi a primeira vez que olhei seu blog, neste ano). Achei melhor não ler os comentários dos navegantes.
A sensação foi péssima, muito triste... Não que eu tenha visto algo anormal, que me escandalizasse, nada disso, só que "revê-la" não me fez bem, por causa da costumeira sensação de perda, as lembranças... mágoas...
Ainda na parte da manhã, começou, por volta das 10 hs., a eterna poluição sonora, vinda do balcão. Desta vez, não tão alta assim. O barulho terminou às 15 horas. Toda vez que sou perturbado com barulho, sinto que morro um pouco...
Desde que acabei de almoçar, o que eu sinto é um enorme cansaço. É, e como na ilustração acima, poderia não haver nome para meus sentimentos.
Penso que existem vários tipos de pessoas, que se dão bem na vida: as práticas, as espertas, as de mau caráter, as frias, as inteligentes, as de sorte. E, claro, que uma mesma pessoa , pode ser tudo isso, que acabei de citar. Uma pessoa de boa índole, equilibrada, pode ser prática, esperta, ter sorte, ser inteligente e ser fria.
Eu não me dei bem na vida. Me considero de boa índole, mas não sou prático, esperto, frio, inteligente e não tenho muita sorte, pelo menos no sentido profissional.
Não me considero melhor e nem pior que ninguém. Não me considero a pessoa mais infeliz do mundo. Tenho ciência que em certos pontos, até que tive sorte. Meus problemas não são piores do que o dos outros. No entanto, sou um eterno peixe fora d'água, um estranho no ninho, sempre na contramão.
Eternamente impaciente e inconformado com a vida. Um ser bem descrente, que quanto mais o tempo passa, menos gosta de viver.
Bem, eu não vou fazer nada contra o funcionário do supermercado, que me abordou, suspeitando que eu havia furtado. Exagerei (e muito) ao falar que faria justiça com as minhas próprias mãos. Não há necessidade de se fazer isso.
Hoje, mandei uma mensagem para uma advogada, perguntando se há como processar o supermercado.
Se fosse para eu matar alguém, mataria os dois vizinhos, que me perturbaram durantes meses, no local em que eu morava anteriormente... Não, não vou fazer isso, a não ser que eu surte de vez, fique totalmente louco(rs).
Devido minha precária condição financeira, totalmente sem perspectiva, a auto estima baixa intensamente.
Há até o complexo, a sensação de fracasso, incapacidade, impotência. E , para piorar mais tais sentimentos, alguém ainda desconfia que sou ladrão...
Hoje, na parte da manhã, perdi o juízo, deixando me levar pela curiosidade, e voltei a navegar no blog da LL, depois de meses sem passar por lá(foi a primeira vez que olhei seu blog, neste ano). Achei melhor não ler os comentários dos navegantes.
A sensação foi péssima, muito triste... Não que eu tenha visto algo anormal, que me escandalizasse, nada disso, só que "revê-la" não me fez bem, por causa da costumeira sensação de perda, as lembranças... mágoas...
Ainda na parte da manhã, começou, por volta das 10 hs., a eterna poluição sonora, vinda do balcão. Desta vez, não tão alta assim. O barulho terminou às 15 horas. Toda vez que sou perturbado com barulho, sinto que morro um pouco...
Desde que acabei de almoçar, o que eu sinto é um enorme cansaço. É, e como na ilustração acima, poderia não haver nome para meus sentimentos.
Penso que existem vários tipos de pessoas, que se dão bem na vida: as práticas, as espertas, as de mau caráter, as frias, as inteligentes, as de sorte. E, claro, que uma mesma pessoa , pode ser tudo isso, que acabei de citar. Uma pessoa de boa índole, equilibrada, pode ser prática, esperta, ter sorte, ser inteligente e ser fria.
Eu não me dei bem na vida. Me considero de boa índole, mas não sou prático, esperto, frio, inteligente e não tenho muita sorte, pelo menos no sentido profissional.
Não me considero melhor e nem pior que ninguém. Não me considero a pessoa mais infeliz do mundo. Tenho ciência que em certos pontos, até que tive sorte. Meus problemas não são piores do que o dos outros. No entanto, sou um eterno peixe fora d'água, um estranho no ninho, sempre na contramão.
Eternamente impaciente e inconformado com a vida. Um ser bem descrente, que quanto mais o tempo passa, menos gosta de viver.
