Nestes últimos tempos, o que mais me aborrece, o que mais me aflige, é a poluição sonora. Isso acaba com meus nervos, me mata, me corrói. Costumo até a pensar que pode ser algo patológico.
No último domingo, quando do barulho que o carro no galpão promovia, já de noite, no meu quarto, querendo escutar meus discos, não havia como, devido a poluição sonora do vizinho, claro.
Me veio algo na cabeça, eu estava enfurecido. Bem antes de navegar no mundo virtual, afinal sou um homem maduro, já tinha ciência que quando reclamamos muito, espantamos as pessoas. Tenho dito coisas fortes, nos meus blogs, e digo isso porque é neles(nos blogs), que tenho como me desabafar. Mesmo podendo chocar as pessoas, não é essa a minha intenção. E, longe de mim, influenciar qualquer pessoa.
Continuando... me veio na cabeça de pegar uma faca grande , de cozinha, e ir até onde ocorria o barulho sonoro. Pensei que a balburdia tanto podia ser de uma pessoa só, como de várias; que com apenas uma faca, eu poderia me dar mal, ser desarmado e agredido. Que poderia rolar policia na jogada e/ou hospital. Mas, minha raiva era enorme, custei a me controlar, chegando até a pensar: que tudo se acabe de vez, eu não aguento mais!!!!! Vale lembrar que nunca entrei numa delegacia. Nunca fui alvo de processo e jamais processei alguém.
E, hoje, pouco antes das 14 hs., tive que parar de escutar meus discos, pois outro vizinho, há poucos metros da minha casa, numa residência de dois andares, começou com seus funks, bem altos. Fiquei olhando para a residência, e vi uma jovem loura e um rapaz escuro. Creio que são moradores novos, pois lá morava um evangélico, há pouco tempo atrás. Ao ficar olhando para a casa, uma vizinha, que nunca conversou comigo, ela é a única dessa casa, que nunca dirigiu a palavra à minha pessoa, reclamou do som, lembrando do barulho ocorrido no domingo. Eu falei alto(mas, não dava para os barulhentos escutarem), que chamei a polícia, no domingo passado, e que é isso que devemos fazer.
Liguei o computador, e pela primeira vez experimentei um protetor auditivo, "Nexcare", que me foi indicado por uma blogueira. Ele não fez efeito... Em pouco menos de meia hora, os vizinhos desligaram o som. Porém, imediatamente, aonde fica o tal galpão, começou um som alto, de música sertaneja. Mas, foi questão de pouquíssimos minutos, e o silêncio, o tão amado silêncio voltou. Contudo, estou preocupado, acho possível, ainda hoje, ser perturbado.
Já falei por aqui, que meu dinheiro vai se acabar no final deste ano; que não tenho como me manter, depois disso. Isso, de fato, é muito preocupante,me dando até ímpetos de me suicidar. Todavia, mesmo se eu tivesse com dinheiro, um dinheiro e/ou uma profissão que pudesse me sustentar durante o resto da minha vida, tal fato não seria ainda suficiente. O que mais me aflige é a poluição sonora. E, hoje em dia, está difícil de se viver sem ela. Talvez eu esteja doente, pois com barulho, penso que não vale à pena viver.
Obs.: Para quem não sabe, não costumo escutar música em volume alto. As vizinhas que moram abaixo de minha casa, já me falaram que nunca escutaram minhas músicas.
No último domingo, quando do barulho que o carro no galpão promovia, já de noite, no meu quarto, querendo escutar meus discos, não havia como, devido a poluição sonora do vizinho, claro.
Me veio algo na cabeça, eu estava enfurecido. Bem antes de navegar no mundo virtual, afinal sou um homem maduro, já tinha ciência que quando reclamamos muito, espantamos as pessoas. Tenho dito coisas fortes, nos meus blogs, e digo isso porque é neles(nos blogs), que tenho como me desabafar. Mesmo podendo chocar as pessoas, não é essa a minha intenção. E, longe de mim, influenciar qualquer pessoa.
Continuando... me veio na cabeça de pegar uma faca grande , de cozinha, e ir até onde ocorria o barulho sonoro. Pensei que a balburdia tanto podia ser de uma pessoa só, como de várias; que com apenas uma faca, eu poderia me dar mal, ser desarmado e agredido. Que poderia rolar policia na jogada e/ou hospital. Mas, minha raiva era enorme, custei a me controlar, chegando até a pensar: que tudo se acabe de vez, eu não aguento mais!!!!! Vale lembrar que nunca entrei numa delegacia. Nunca fui alvo de processo e jamais processei alguém.
E, hoje, pouco antes das 14 hs., tive que parar de escutar meus discos, pois outro vizinho, há poucos metros da minha casa, numa residência de dois andares, começou com seus funks, bem altos. Fiquei olhando para a residência, e vi uma jovem loura e um rapaz escuro. Creio que são moradores novos, pois lá morava um evangélico, há pouco tempo atrás. Ao ficar olhando para a casa, uma vizinha, que nunca conversou comigo, ela é a única dessa casa, que nunca dirigiu a palavra à minha pessoa, reclamou do som, lembrando do barulho ocorrido no domingo. Eu falei alto(mas, não dava para os barulhentos escutarem), que chamei a polícia, no domingo passado, e que é isso que devemos fazer.
Liguei o computador, e pela primeira vez experimentei um protetor auditivo, "Nexcare", que me foi indicado por uma blogueira. Ele não fez efeito... Em pouco menos de meia hora, os vizinhos desligaram o som. Porém, imediatamente, aonde fica o tal galpão, começou um som alto, de música sertaneja. Mas, foi questão de pouquíssimos minutos, e o silêncio, o tão amado silêncio voltou. Contudo, estou preocupado, acho possível, ainda hoje, ser perturbado.
Já falei por aqui, que meu dinheiro vai se acabar no final deste ano; que não tenho como me manter, depois disso. Isso, de fato, é muito preocupante,me dando até ímpetos de me suicidar. Todavia, mesmo se eu tivesse com dinheiro, um dinheiro e/ou uma profissão que pudesse me sustentar durante o resto da minha vida, tal fato não seria ainda suficiente. O que mais me aflige é a poluição sonora. E, hoje em dia, está difícil de se viver sem ela. Talvez eu esteja doente, pois com barulho, penso que não vale à pena viver.
Obs.: Para quem não sabe, não costumo escutar música em volume alto. As vizinhas que moram abaixo de minha casa, já me falaram que nunca escutaram minhas músicas.



