A vida seria um erro, se não existisse a música(Nietzsche). A vida é um erro, mas a música atenua este erro(O Caveira)

Isso, abaixo, seria a vida após a morte?

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sábado, 20 de abril de 2013

O Que Mais Me Aflige(2)

Nestes últimos tempos, o que mais me aborrece, o que mais me aflige, é a poluição sonora. Isso acaba com meus nervos, me mata, me corrói. Costumo até a pensar que pode ser algo patológico.

No último domingo, quando do barulho que o carro no galpão promovia, já de noite, no meu quarto, querendo escutar meus discos, não havia como, devido a poluição sonora do vizinho, claro.
Me veio algo na cabeça, eu estava enfurecido. Bem antes de navegar no mundo virtual, afinal sou um homem maduro, já tinha ciência que quando reclamamos muito, espantamos as pessoas. Tenho dito coisas fortes, nos meus blogs, e digo isso porque é neles(nos blogs), que tenho como me desabafar. Mesmo podendo chocar as pessoas, não é essa a minha intenção. E, longe de mim, influenciar qualquer pessoa.

Continuando... me veio na cabeça de pegar uma faca grande , de cozinha, e ir até onde ocorria o barulho sonoro. Pensei que a balburdia tanto podia ser de uma pessoa só, como de várias; que com apenas uma faca, eu poderia me dar mal, ser desarmado e agredido. Que poderia rolar policia na jogada e/ou hospital. Mas, minha raiva era enorme, custei a me controlar, chegando até a pensar: que tudo se acabe de vez, eu não aguento mais!!!!! Vale lembrar que nunca entrei numa delegacia. Nunca fui alvo de processo e jamais processei alguém.

E, hoje, pouco antes das 14 hs., tive que parar de escutar meus discos, pois outro vizinho, há poucos metros da minha casa, numa residência de dois andares, começou com seus funks, bem altos. Fiquei olhando para a residência, e vi uma jovem loura e um rapaz escuro. Creio que são moradores novos, pois lá morava um evangélico, há pouco tempo atrás.  Ao ficar olhando para a casa, uma vizinha, que nunca conversou comigo, ela é a única dessa casa, que nunca dirigiu a palavra à minha pessoa, reclamou  do som, lembrando do barulho ocorrido no domingo. Eu falei alto(mas, não dava para os barulhentos escutarem), que chamei a polícia, no domingo passado, e que é isso que devemos fazer.

Liguei o computador, e pela primeira vez experimentei um protetor auditivo, "Nexcare", que me foi indicado por uma blogueira. Ele não fez efeito... Em pouco menos de meia hora, os vizinhos desligaram o som. Porém, imediatamente, aonde fica o tal galpão, começou um som alto, de música sertaneja. Mas, foi questão de pouquíssimos minutos, e o silêncio, o tão amado silêncio voltou. Contudo, estou preocupado, acho possível, ainda hoje, ser perturbado.

Já falei por aqui, que meu dinheiro vai se acabar no final deste ano; que não tenho como me manter, depois disso. Isso, de fato, é muito preocupante,me dando até ímpetos de me suicidar. Todavia, mesmo se eu tivesse com dinheiro, um dinheiro e/ou uma profissão que pudesse me sustentar durante o resto da minha vida, tal fato não seria ainda suficiente. O que mais me aflige é a poluição sonora. E, hoje em dia, está difícil de se viver sem ela. Talvez eu esteja doente, pois com barulho, penso que não vale à pena viver.

Obs.: Para quem não sabe, não costumo escutar música em volume alto. As vizinhas que moram abaixo de minha casa, já me falaram que nunca escutaram minhas músicas.


O Que Mais Me Aflige



Na semana passada, meu último final de semana, não foi nada agradável.

Sexta-feira, ao chegar em casa, no começo da tarde, lavei minhas roupas , nas mãos, pois não tenho máquina de lavar(Santa Pobreza!rs), como sempre faço. Ao tentar fechar meu grande e velho guarda-roupa, que costuma dar problema, fiquei, como de costume, muito nervoso, e, involuntariamente, fechei meu dedão da mão direita- foi pra valer! Minha unha ficou 90% roxa. Passei álcool, arnica, gel... Não dormi praticamente nada, na noite, devido a dor. A dor foi tamanha, que cheguei até a tomar um comprimido: paracetamol(evito ao máximo tomar remédio). Temi de ter fraturado o dedo. Mas, felizmente, no dia seguinte, eu já estava melhor. A unha continua roxa, abaixo dela, está  um pouco ainda inchado , mas não sinto dor.

Sábado, numa troca de e-mails, tive (mais) uma discussão forte com a LL, que , novamente, me ameaçou bloquear... Depois disso, não tivemos mais contato. Nem sei se ela me bloqueou ...

Domingo, tudo estava tranquilo, até que por volta das 15:30, num galpão, em construção, poucos metros da minha casa, começou a poluição sonora, patrocinada por um carro. Os pedreiros não perturbam, quando trabalham de segunda à sexta, mas essa já é a segunda vez que alguém que frequenta(ou mora, não sei ao certo), no galpão perturba com som em alto volume. Parecia brincadeira, a pessoa  abaixa e elevava o som nas alturas. Às 17:30, liguei para a polícia. Como o som continuou alto, liguei novamente às 19:00. A policial alegou que poluição sonora não é prioridade, que a polícia militar prioriza coisas como crimes... Que minha queixa estava anotada, e tão logo , houvesse como, seria mandado uma viatura ao local.
E o barulho só terminou por volta das 21:00 hs.

Na segunda-feira, aproximadamente às 17:00 hs, quando eu estava diante do computador, senti uma leve tontura. Fiquei preocupado, pois já tive labirintite algumas vezes. Há 9 anos que não tive mais crise. Me preocupei também de ser diabete, anemia, pressão baixa. Fiquei bem fraco, mas a casa não rodava, só me senti um pouco zonzo , até mesmo quando me virava de lado. Como de costume, temi de ser levado até um hospital; torci para que, se fosse algo fatal, que eu morresse em casa, sozinho. Preparei meu lanche, lanchei, acompanhado de bebida alcoolica, coisa que faço todas as tardes, ao lanchar. Comi dois bombons , em seguida. E coloquei um pouco de sal na minha boca(rs).  Na cama, eu ainda estava zonzo e fraco. Não me entreguei, não sou de me entregar com doença, e usei o pensamento positivo, coisa que também sempre faço, quando adoeço: "vou melhorar!". E melhorei, a tontura se foi, ainda no decorrer da noite.

Em quatro dias, quatro coisas que me aborreceram. E querem saber o que mais me aborreceu, das quatro?

... continua(rs)...