Nos anos 70, creio que foi em 1972, assisti a um filme, estrelado por Vincent Price, que me deixou meio pensativo, Vício que Mata(Confessions of Opio Eater-1962). Nele , o personagem de Price interpreta um aventureiro, que se tornou um herói. Quase 40 anos depois de ver tal filme, o que não me sai da cabeça, é que mesmo sendo um aventureiro, mesmo se tornando um herói, o personagem denota ser uma pessoa vazia, que nada espera da vida, que não vê sentido algum em viver. Bem, pelo menos entendi assim, mormente pelas partes narradas da película.
Que eu me lembre, Price é o único ator não oriental do filme. Seu personagem tem um caso com uma mulher asiática. No final, nosso 'herói' salva um tanto de gente, de um maremoto, mas, propositalmente, se deixa levar pelas águas. As águas seguiram seu curso, terminando com a saga de um homem, um aventureiro, viciado em ópio, que não via sentido em viver.
Ao acabar de ler um post, postado no blog "Atitude do Pensar", da nossa amiga Keila, com o título "Quereres", ao mesmo tempo que me lembrei do citado filme, pensei sobre minha falta de 'querer'.
Nunca fui herói, muito pelo contrário. O que me resta querer, nesta altura do campeonato, com quase 55 anos? Leiam meu post, "Espaços Vazios". Não tenho conseguido preencher os espaços vazios, e isso já faz tempo. Ainda restam meu imprevisível computador, minha coleção de quase 3000 discos e minha bebida diária. Aliás, estou bebendo mais que o normal, se bem que não me embriago. Tenho saído mais que o normal- com isso meu dinheiro...- Ainda tenho desejo sexual, mas assim como outras coisas em minha vida, se tornou rotineiro, com pouca vida, com pouca cor, sem aquele mesmo entusiasmo de outrora. Ora, não gosto de estudar, não quero mais trabalhar; não gosto de coisas como: futebol e outras formas de esporte, carnaval, Churrasco, festas, danças, natal, ano novo, viagens, política, religião, automóvel e tantos mais etcs rs. Ando cada vez mais apático.
É, Keila, como eu disse no seu post, referente ao que eu costumava falar com a minha avó materna: 'não quer nada, hein?', eu não quero nada. Que as águas da vida, ou melhor, da morte, me levem o mais rápido possível; de preferência de uma maneira suave, indolor.
Deep(Justin Hayward)
Moody Blues
Every Time I Hear the Sound of the Rain
Beating On My Roof Again
I Want to Taste Your Love
And I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Every Time I Lift My Eyes to the Sky
Something in My Heart Asks Why
I Want to Know the Truth
And I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Like the Footprints
Disappearing Fromhe Sand
I Try to Catch the Thought
It Slps Right Through My Hand
And As the Darkness
Throws Its Cloak Upon the Ground
I Start to Run to You
I've Got to Take You Down
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Every Time I Feel I'm Losing My Way
The Power of Your Love Remains
I Want to Touch Your Love
An' I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
"Se eu fosse corajoso, já teria me suicidado, mas já esperei tanto tempo, que agora espero que o tempo me mate"(Jorge Luís Borges)
Beating On My Roof Again
I Want to Taste Your Love
And I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Every Time I Lift My Eyes to the Sky
Something in My Heart Asks Why
I Want to Know the Truth
And I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Like the Footprints
Disappearing Fromhe Sand
I Try to Catch the Thought
It Slps Right Through My Hand
And As the Darkness
Throws Its Cloak Upon the Ground
I Start to Run to You
I've Got to Take You Down
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Every Time I Feel I'm Losing My Way
The Power of Your Love Remains
I Want to Touch Your Love
An' I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
Deep
I Want to Go Deep
"Se eu fosse corajoso, já teria me suicidado, mas já esperei tanto tempo, que agora espero que o tempo me mate"(Jorge Luís Borges)

