É comum quando acontecem crimes por motivo de discussões, os jornais , leitores e demais pessoas, dizerem que foram crimes estúpidos, por motivos banais. Porém, no sentido de ser banal, não penso assim. Tenho o estopim muito curto. É mais comum eu me controlar, diante de uma provocação, mas por dentro entro em ebulição. Já matei muitas pessoas no pensamento. E gostaria que todas elas se danassem!!!
Se eu fosse motorista, não chegaria a essa idade que tenho; ou se não já teria a carteira cassada há muito tempo.rs
Não consigo esquecer um desaforo, e tenho ímpetos de vingança.
Há um ano atrás, depois de praticar uma série de trapalhadas, para instalar meu telefone fixo, de cabeça quente, fui passear, como faço em, praticamente, todas as sextas-feiras. Ao pegar o ônibus, que estava um pouco cheio, mal passei da roleta e duas meninas saíram de uma poltrona, corri para me sentar, entrando na frente de um idoso, que queria se sentar também. Me sentei primeiro, não no canto da janela, pois eu iria descer num bairro, bem antes do centro. O velho, revoltado, esbarrou em mim, ao ir se sentar no canto da janela, e ainda abriu bem as pernas, ao se sentar. Também abri minhas pernas, encaramos um ao outro, eu já estava a ponte de explodir, o olhei com muito ódio. Ele virou o rosto e fechou as pernas. Não mais olhou em minha direção. Eu havia pensado em falar: usa-se pedir licença, mas nada disse, e se eu dissesse, e ele me respondesse mal, iria levar a dele. Foi até bom a coisa não render, porque seria ridículo uma discussão entre um idoso e outro, quase chegando lá(rs). Os passageiros poderiam tomar as dores, poderiam debochar... O motorista poderia levar o ônibus à polícia...
Ainda no ano passado, num passeio, numa rua, próximo da minha casa, eu e um estudante, que vinha num sentido contrário, quase trombamos. Sabem como é, um que ir para um lado, o outro vai para o mesmo lado... E, para minha surpresa, a peste, fez , próximo dos meus pés, um movimento com seus pés, como se tivesse dançando ou jogando futebol. Foi tudo muito rápido, eu olhei para trás, com muita raiva, esperando que ele olhasse também; eu tinha a intenção de xingá-lo, e já planejava que conforme o que ele me respondesse, iria agredi-lo, mas o filho da p. não olhou para trás- impressionante! Vez ou outra, me deparo com ele, quando saio de casa, ele mal me olha. Não vou negar que tenho uma vontade de agredi-lo. Os poréns é que ele é menor de idade, daí posso me complicar. Ele mora no mesmo bairro meu, e se eu o agredir, posso ser alvo de vingança, por parte de seus familiares.
E ontem, algo inusitado aconteceu. No caminho de casa, um pouco distante dela, no passeio, uma menina cruza meu caminho, de short, exibindo suas belas pernas, eu, simplesmente a olho, e ela acha ruim. Olhei para trás para ver suas pernas, ela me encara, com raiva, muita raiva. Viro o rosto por impulso, mas volto a olhar para ela, com intuito de xingá-la, mas ela com a cara de m., vira a esquina.
Poxa, achar ruim só de eu olhar para as suas pernas? Sou respeitador! Por que ela anda com shorts curtos, então? E bastou isso, para eu ficar puto, para ter minha tarde estragada. Imaginem se a xingo, e a coisa rende e algum herói, do sexo masculino, resolvesse defender a emburrada... O bicho poderia pegar...
Não sei até quando vou ter paciência com provocações assim, e até quando a sorte irá me proteger.
Será que sou psicopata? Paranoico? Excessivamente melindroso? Muito rancoroso? Um grande criador de caso? Estou é sem serviço e precisando de problemas maiores?rs. Ou tudo isso que acabei de questionar?rs
Só me resta torcer para que não sofra mais provocações, e se sofrer, que a sorte continue me ajudando e que a casa não caia.
Se eu fosse motorista, não chegaria a essa idade que tenho; ou se não já teria a carteira cassada há muito tempo.rs
Não consigo esquecer um desaforo, e tenho ímpetos de vingança.
Há um ano atrás, depois de praticar uma série de trapalhadas, para instalar meu telefone fixo, de cabeça quente, fui passear, como faço em, praticamente, todas as sextas-feiras. Ao pegar o ônibus, que estava um pouco cheio, mal passei da roleta e duas meninas saíram de uma poltrona, corri para me sentar, entrando na frente de um idoso, que queria se sentar também. Me sentei primeiro, não no canto da janela, pois eu iria descer num bairro, bem antes do centro. O velho, revoltado, esbarrou em mim, ao ir se sentar no canto da janela, e ainda abriu bem as pernas, ao se sentar. Também abri minhas pernas, encaramos um ao outro, eu já estava a ponte de explodir, o olhei com muito ódio. Ele virou o rosto e fechou as pernas. Não mais olhou em minha direção. Eu havia pensado em falar: usa-se pedir licença, mas nada disse, e se eu dissesse, e ele me respondesse mal, iria levar a dele. Foi até bom a coisa não render, porque seria ridículo uma discussão entre um idoso e outro, quase chegando lá(rs). Os passageiros poderiam tomar as dores, poderiam debochar... O motorista poderia levar o ônibus à polícia...
Ainda no ano passado, num passeio, numa rua, próximo da minha casa, eu e um estudante, que vinha num sentido contrário, quase trombamos. Sabem como é, um que ir para um lado, o outro vai para o mesmo lado... E, para minha surpresa, a peste, fez , próximo dos meus pés, um movimento com seus pés, como se tivesse dançando ou jogando futebol. Foi tudo muito rápido, eu olhei para trás, com muita raiva, esperando que ele olhasse também; eu tinha a intenção de xingá-lo, e já planejava que conforme o que ele me respondesse, iria agredi-lo, mas o filho da p. não olhou para trás- impressionante! Vez ou outra, me deparo com ele, quando saio de casa, ele mal me olha. Não vou negar que tenho uma vontade de agredi-lo. Os poréns é que ele é menor de idade, daí posso me complicar. Ele mora no mesmo bairro meu, e se eu o agredir, posso ser alvo de vingança, por parte de seus familiares.
E ontem, algo inusitado aconteceu. No caminho de casa, um pouco distante dela, no passeio, uma menina cruza meu caminho, de short, exibindo suas belas pernas, eu, simplesmente a olho, e ela acha ruim. Olhei para trás para ver suas pernas, ela me encara, com raiva, muita raiva. Viro o rosto por impulso, mas volto a olhar para ela, com intuito de xingá-la, mas ela com a cara de m., vira a esquina.
Poxa, achar ruim só de eu olhar para as suas pernas? Sou respeitador! Por que ela anda com shorts curtos, então? E bastou isso, para eu ficar puto, para ter minha tarde estragada. Imaginem se a xingo, e a coisa rende e algum herói, do sexo masculino, resolvesse defender a emburrada... O bicho poderia pegar...
Não sei até quando vou ter paciência com provocações assim, e até quando a sorte irá me proteger.
Será que sou psicopata? Paranoico? Excessivamente melindroso? Muito rancoroso? Um grande criador de caso? Estou é sem serviço e precisando de problemas maiores?rs. Ou tudo isso que acabei de questionar?rs
Só me resta torcer para que não sofra mais provocações, e se sofrer, que a sorte continue me ajudando e que a casa não caia.