A vida seria um erro, se não existisse a música(Nietzsche). A vida é um erro, mas a música atenua este erro(O Caveira)

Isso, abaixo, seria a vida após a morte?

sábado, 15 de junho de 2013

E Ele Ainda Trabalha Lá...( Incluindo a questão do perdão e outros assuntos)

Raramente tenho ido ao centro da cidade. Evito ao máximo de ir por lá... Mas, no sábado passado, fui visitar meu tio materno. No centro, dentro do ônibus, avistei um dos meus desafetos. A peça trabalha num prédio comercial, no qual eu trabalhei por quase dois anos, numa contabilidade.

Já relatei, tenho quase certeza, no  meu outro blog, o do vazio da existência, meu desentendimento com ele, mas , não consegui encontrar o post. O que sei é que ele, quando eu tinha pouco tempo de casa na contabilidade, me destratou, foi sem educação, de graça mesmo, sem que eu merecesse.
E a peça era(é) recepcionista do prédio. Vez ou outra, ele dava uma de ascensorista, e foi nesta ocasião que ele me destratou, fazendo com que houvesse uma discussão , e eu o chamasse de sem educação. Ele se afastou, pq estava, pelo que pude notar, a participar de uma reunião com o síndico. Se afastou, dizendo, "não enche o saco".

Antes disso acontecer, meu patrão já havia me dito que o recepcionista era muito sem educação.

Isso que me deixa super revoltado! Como um sujeito totalmente sem educação, pode ficar tanto tempo numa firma, e logo como recepcionista?! Eu comecei a trabalhar na contabilidade, em 1989, e a peça já trabalhava lá. Então, ele tem , no mínimo, 24 anos de casa!!!

Ah, certamente, ele deve ser muito bom de serviço. Deve fazer tudo o que o patrão/chefe manda. Fazer horas extras, com muita boa vontade, e, quem sabe, até não receber por isso.

Alguns anos depois que eu me desliguei da contabilidade, o prédio foi vítima de um furto. Devido a isso, houve mudanças...

Antes do furto, entrávamos no prédio, e poucos metros depois, nos deparávamos, com os dois elevadores, a escada, e do lado direito a recepção, onde a peça atendia às pessoas.
Depois do furto, bem logo na entrado prédio, a recepção ficava de frente, bem antes dos elevadores e da escada, e todos eram obrigados a deixar seus documentos(eu não fui mais lá , depois que isso aconteceu-afinal, já havia saído da firma há muito tempo...).

Aí, que fico a matutar: ora, uma vez sem educação, sempre sem educação. O serviço para ele aumentou, e truculento como ele sempre foi, deve ter arrumado mais confusão, destratando outras pessoas. E, de uns tempos pra cá, vivemos num mundo, que virou lugar comum matar desafetos. E ele ainda está vivo.
Sua idade deve regular com a minha. Ele é bem mais baixo de estatura(e creio de caráter também) do que eu. Está bem mais feio, super envelhecido, careca!

E ninguém ainda deu cabo de sua vida... Que pena!

Ah, leitores, não me julguem mal; não sou tão ruim assim... a saga continua...
e com toda minha sinceridade e auto-crítica.

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